A Pessach, festa que relembra a passagem de um espírito enviado por Deus para julgar os incrédulos e libertar os crentes israelenses no Egito, ocorrida há cerca de trinta e cinco séculos atrás, ocorrerá ao pôr do sol deste sábado (27).
Segundo a Bíblia, Deus teria realizado diversas advertências ao rei do Egito, para que este permitisse que Israel caminhasse três dias até o deserto, para no Monte Sinai, adorar a Yhwh, o Deus Criador de toda vida na Terra.
Mas o rei do Egito se negou insistentemente a permitir que o povo de Israel parasse de trabalhar por uma semana e insistiu, mesmo diante de inúmeros milagres ocorridos em suas terras, a negar o que ocorria.
Por isso, o Verdadeiro Deus, ordenou que o mês da Páscoa seria o primeiro mês do ano e sempre, ao final do 14º dia deste mês, ao qual chamou de Abibe, o povo matasse um cordeiro, passasse o sangue nas umbreiras das portas e comesse o cordeiro assado, inteiro, com pães sem fermento e ervas amargas.
Durante a noite, o espírito enviado por Deus, passou pelo Egito, e todos os primogênitos das casas que não demonstraram sua crença e temor ao Deus de Israel, morreram. No entanto, nenhum dos primogênitos que estavam nas casas das famílias que obedeceram a Deus, morreram.
Desde então, Deus ordenou que sempre, ao pôr do sol do 14º dia de Abibe, o primeiro mês do ano segundo a Bíblia, a Pessach fosse relembrada, comemorada e celebrada.
Séculos após a instituição da Pessach, Yeshua, muito conhecido no Ocidente pelo nome de Jesus, morreu em 14 de abibe, data em que Israel fazia memória ao Pessach e seus seguidores afirmaram ser ele o Cordeiro da Páscoa.
Com o surgimento da Igreja Católica Romana, quase quatro séculos após a morte e ressurreição de Yeshua (Jesus), a Igreja mudou a data e forma de celebração do Pessach, que ao longo do tempo, sofreu influências da cultura germânica e associando figuras da mitologia alemã como o ovo e o coelho, símbolos das divindades alemãs da fertilidade, que foram adicionadas às tradições festivas da páscoa.
Atualmente, a Igreja Católica costuma celebrar a Páscoa no primeiro domingo após a data da Pessach Bíblica, exceto, quando os anos Bíblicos têm 13 meses, então, algumas páscoas católicas são antecipadas para o fim do ano Bíblico, ou quando o Pessach Bíblico cai no 1º dia da semana, como neste ano.
Quando isto ocorre, a Igreja Católica revoga a Páscoa Católica para o domingo seguinte a Pessach Bíblica.
Na noite anterior a sua morte, Yeshua (Jesus) chamou seus discípulos e durante o jantar, partilhou com eles um pão (sem fermento) e um cálice de vinho (não alcoólico) afirmando ser este símbolo de seu corpo e sangue, ao qual aqueles que crescem que ele era o Cordeiro de Deus, deveriam comer e beber, representando que estavam celebrando a nova Páscoa do Senhor.
A celebração
As Escrituras Sagradas ordenam que todos os crentes em Yhwh, o Deus de Israel, devem repousar nos dias 15 e 21 de Abibe, correspondentes, neste ano, aos períodos que vão do pôr do sol de sábado (27) ao pôr do sol de domingo (28) e também pôr do sol da sexta-feira (2 de Abril) ao pôr do sol do sábado (3 de abril) e durante estes sete dias, evitar qualquer produto que tenha fermento em sua composição, ou tenha sido naturalmente fermentado.
Este período é chamado na Bíblia de tempo das festividades de Pães não fermentados e é considerada a primeira festa do ano segundo o calendário da Bíblia.
Desta forma, o Líder News encerra suas atividades por hoje e retorna de forma independente, trazendo notícias e informações locais, regionais, nacionais e mundiais, a partir do pôr do sol do próximo domingo (28).
A todos àqueles que pretendem celebrar a festividade dos pães sem fermento e a Páscoa do Senhor, desejamos as bençãos do Eterno!
Feliz Pessach!





