Nem sempre uma criança ou adolescente consegue dizer com clareza que está sofrendo bullying. Muitas vezes, isso aparece em mudanças no comportamento, no humor, no rendimento escolar e até em queixas físicas recorrentes.
Por isso, observar sinais, fazer perguntas com acolhimento e comunicar a escola diante de qualquer mudança importante pode ajudar a interromper situações de sofrimento antes que elas se agravem.
O enfrentamento ao bullying exige escuta, responsabilidade e ação conjunta entre família e escola. A proteção começa quando alguém percebe que aquilo não é “fase”, nem “drama”, nem “brincadeira”.







